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Futebol

Léo Moura se revolta com protesto gay: "peça perdão a Jesus"

Luciano Belford / Agência Eleven/Gazeta Press
8 jun 2015
08h33
atualizado às 10h18
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Ídolo do Flamengo , o lateral direito Léo Moura atualmente joga pelo Fort Lauderdale Strikes, dos Estados Unidos, mas não deixa de comentar sobre o que acontece no Brasil. Na noite deste domingo, contudo, o atleta não emitiu opinião sobre algo relacionado ao esporte. Longe disto...

Léo Moura postou imagem de um protesto organizado por ativista homossexual na Parada Gay deste domingo, em São Paulo, e desabafou. Isto porque a foto mostra uma modelo na cruz, representando Jesus Cristo, mas abaixo dos dizeres “Basta de Homofobia”. O ex-flamenguista, que em 2012 foi batizado na Igreja Evangélica, considerou o protesto uma falta de respeito.

“Que tristeza ver essa imagem! O que Jesus tem com isso? Quanto deboche! Quanta falta de respeito, meu Deus! Tenho muitos amigos gays, adoro todos e respeito a opção de cada um, não vamos generalizar, mas desrespeitar quem 'deu a vida por você' já passou dos limites! Muito triste isso... Onde vamos parar com isso? Quem fez isso trate de pedir perdão a Jesus...”, escreveu Léo Moura.

A postagem do jogador logo mobilizou os internautas, que, em sua maioria, apoiaram o desabafo. “Já virou palhaçada, passou dos limites”, escreveu um seguidor de Léo Moura. “Pedem respeito, mas não respeitam. Verdadeira hipocrisia!”, acrescentou outro. “Triste mesmo essa imagem!”, decretou um terceiro internauta.

Léo Moura foi batizado na Igreja Evangélica em 2012
Léo Moura foi batizado na Igreja Evangélica em 2012
Foto: Instagram / Reprodução

O protestou que indignou Léo Moura foi feito por Viviany Beleboni, musa transex. A intenção dela foi chamar a atenção para o sofrimento que passam os LGBTs de todo o País.

“Representei todas as mortes e agressões que vêm acontecendo contra a classe LGBT”, escreveu a ativista no Facebook, também em tom de desabafo, mas rebatendo outras críticas. “Jesus morreu por todos e foi motivo de chacotas, agredido e morto, que é o que vem acontecendo diariamente com LGBTs, por não termos leis”, acrescentou.

Fonte: Terra

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