A Bolívia pode ser analisada por duas perspectivas diferentes. Na altitude de La Paz, o país é temido e consegue resultados satisfatórios. Fora de casa, a seleção é presa fácil e não oferece resistência aos favoritos.
Diante deste contraste, a seleção não conseguiu sequer chegar perto da classificação para a Copa do Mundo desde que o sistema de pontos corridos foi implementado na Eliminatória Sul-Americana.
A história se repete na Copa América. O país soma duas finais, ambas disputadas quando foi sede da competição. Campeã em 1963, acabou como vice em 1997 após perder a final para o Brasil.
Erwin Sanchez
Erwin Sanchez, também conhecido como Platini boliviano, trocou de função e agora tentará conduzir a Bolívia ao mesmo lugar que ajudou a levar na década de 90. Presente no vice-campeonato da Copa América de 1997 e na campanha da Copa do Mundo de 1994, Sanchez iniciou a carreira de técnico no Boavista, de Portugal.
Marcelo Moreno
Com nacionalidade dupla, por ser filho de brasileiro, o atacante do Shakhtar Donetsk-UCR apareceu com destaque no Vitória. No entanto, foi no ano de 2008, vestindo as cores do Cruzeiro, que o jogador ganhou fama ao ser o destaque do título mineiro e se tornar o principal goleador da Libertadores, antes de ir ao futebol ucraniano.
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Última convocação Goleiros Hugo Suárez Carlos Arias Defensores Edemir Rodríguez Ronald Raldes Luiz Gutiérrez Cristian Vargas Miguel Ángel Hoyos Abdon Reyes Ignacio García Enrrique Parada Ronald Rivero Meio-campistas Ronald García Alejandro Gómez Joselito Vaca Limberg Gutiérrez Jaime Cardozo Pablo Escobar Jaime Robles Daner Pachi Wálter Flores Didí Torrico Mauricio Saucedo Darwin Peña Atacantes Diego Cabrera Marcelo Moreno Juaquín Botero