Atualizada às 10h53
Bernardo Ramos
Direto do Rio de Janeiro
Após o empate por 0 a 0 com a Colômbia, em Bogotá, pela primeira rodada das Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010, a Seleção Brasileira está no Rio de Janeiro para a partida de quarta-feira contra o Equador. O hotel que recebe a delegação verde e amarela evidencia o contraste entre riqueza e miséria na zona sul, a mais nobre da capital fluminense.
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Situado na Avenida Niemeyer, que liga os bairros de São Conrado e do Leblon, o hotel é um dos mais luxuosos da capital fluminense. Os turistas que se hospedam nos apartamentos de frente para o mar (com diárias de mais de R$ 400) têm uma vista espetacular da praia de Ipanema, cartão postal do Rio de Janeiro.
Em compensação, do outro lado da avenida, fica o morro do Vidigal, onde barracos abrigam cerca de 10 mil habitantes, de acordo com censo realizado em 2000. Menos de um quilômetro distante do hotel está ainda a favela da Rocinha, a maior da cidade do Rio de Janeiro.
Em abril de 2004, a Niemeyer ficou interditada por conta de um tiroteio entre policiais e traficantes na operação chamada Pressão Máxima, que deixou nove mortos entre soldados e criminosos.
Apesar disso, o policiamento no local onde a Seleção está hospedada não tem esquema especial. Nesta terça-feira, a equipe faz o treino de reconhecimento do gramado do Estádio do Maracanã às 16h (de Brasília).
Redação Terra
Delegação da Seleção Brasileira ficará hospedada no local até quinta-feira
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