Atualizada às 19h17
Bernardo Ramos
Direto de Boston
O técnico da Seleção Brasileira, Dunga, disse nesta quinta-feira que determinar o plano de recuperação do meio-campista Kaká é um direito do Milan e seria imprudente forçar a sua volta nos jogos contra o Paraguai e a Argentina, no dias 15 e 18 de junho, respectivamente, pelas Eliminatórias da América do Sul.
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Na última quarta-feira, Dunga anunciou o corte após receber um documento do Milan dizendo que o jogador, que passou por uma artroscopia no joelho, só estaria liberado para os treinos no dia 10 de junho. Na avaliação da comissão técnica, a volta aos gramados seria muito próxima às partidas.
"Não é uma questão que depende de um ou de outro profissional. A questão está com o Milan. Ele tem o contrato. Ele é quem paga o jogador. Jogando no Milan ele pode arriscar. Jogando na Seleção, ele não pode. O Milan mandou documento. Não podíamos fazer nada", afirmou.
Antes de determinar o período ideal para o retorno aos treinos, o Milan vetou a participação de Kaká nas Jogos Olímpico de Pequim. Dunga voltou a comentar a situação.
"Minha intenção foi dizer que ele estaria em uma pré-lista. Estamos aqui para trabalhar pela Seleção e temos que respeitar a decisão de cada um. É uma decisão do Milan e temos que deixar o Kaká tranqüilo. Quando estiver tudo certo, o Milan tiver boa-intenção, ele volta", disse.
Redação Terra