Goleiro e capitão da seleção do México, Oswaldo Sánchez considerou "tosca e rara" a sua detenção nos Estados Unidos, ocorrida após a vitória do seu país em um amistoso disputado contra o Peru, no último domingo. As informações são da Agência Ansa.
Sánchez foi detido no hotel onde o México estava concentrado, por perturbar a ordem pública, e deixou a delegacia duas horas depois, após pagar fiança de US$ 1 mil. "Depois da partida, pedi permissão para sair com a minha mulher e festejar o campeonato do Santos (seu time no México) e a vitória da seleção por 4 a 0 sobre o Peru", explicou.
"Voltando para o hotel, eram duas ou três da manhã, encontrei-me com alguns companheiros que estavam escutando música. A segurança pediu para a gente abaixar o volume, o que erradamente não fizemos", comentou.
"Então, chegou a polícia. Tentei defender meus companheiros, mas a polícia jogou gás lacrimogêneo e eu fui preso como um delinqüente", afirmou Sánchez. Ele afirmou que o caso foi "engraçado, porque sou uma pessoa limpa".
Redação Terra