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Segunda, 5 de janeiro de 2009, 21h29 Atualizada às 23h01

Protesto de torcida não assusta reforços do Palmeiras

Renato Pazikas
Direto de São Paulo

Os novos reforços do Palmeiras garantem não terem ficado assustados com os protestos da principal torcida organizada do clube, nesta segunda-feira. Durante a apresentação dos contratados, os torcedores se reuniram em frente à Academia de Futebol para cobrar diretoria, treinador e parceria por uma boa campanha.

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Considerados apostas pela diretoria alviverde, os jovens atletas disseram estar acostumados com esse tipo de pressão, ainda que ela tenha sido realizada no primeiro dia de trabalho do elenco no ano. O lateral-esquerdo colombiano Pablo Armero foi o primeiro a encarar o ato organizado com normalidade.

"Não entendi o que aconteceu, pois tinha acabado de chegar", disse o jogador, que veio do América de Cali-COL, sobre o protesto de cerca de 150 torcedores organizados. "Mas quem tem um objetivo grande, tem que lidar com isso", completou o lateral colombiano.

Por conta da manifestação, que teve início às 15h30 (de Brasília), o elenco teve que entrar pelo portão dos fundos para fugir da ira dos torcedores, que cobraram, com gritos e fogos, melhores resultados neste ano e títulos de maior relevância.

O meio-campista Willians, contratado junto ao Vitória, admitiu que também sempre sonhou com um campeonato do nível da Copa Libertadores. Por isso, ele sabe que a cobrança dos torcedores é comum, mas espera não mais conviver com essa situação.

"Esse tipo de protesto é normal, e todos os jogadores já passaram por isso. Eu só espero que não aconteça mais", disse o jogador, ao admitir que a disputa do torneio continental pesou na sua escolha de se transferir para o Palmeiras nesta temporada.

Redação Terra

Reinaldo Marques/Terra
Cerca de 150 torcedores protestaram em frente à Academia de Futebol do clube
Cerca de 150 torcedores protestaram em frente à Academia de Futebol do clube

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