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Domingo, 12 de abril de 2009, 19h30 Atualizada às 19h56

Expulso, Parreira reclama de intimidação psicológica do árbitro

Pela segunda vez em sua extensa carreira, o técnico Carlos Alberto Parreira foi expulso de campo. Sua irritação na derrota do Fluminense por 1 a 0 para o Flamengo, na semifinal da Taça Rio, foi pelo elevado número de cartões amarelos distribuído pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique.

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"Eu não xinguei, só gesticulei", garantiu o treinador, depois de ser convidado a se retirar do gramado. Sua reclamação foi pela intimidação psicológica causada pelo árbitro. Ao final do confronto, Mariano, Jailton, Wellington Monteiro, Everton Santos, Edcarlos e Leandro tinham sido "amarelados" no Fluminense, enquanto só Willians e Juan, pelo time rubro-negro.

"Você pega um jogador de contenção e marcação que recebe um cartão com só dois minutos de jogo, ele fica intimidado. Não estou culpando o árbitro nem justificando a derrota, mas isso tem uma clara influência psicológica. O jogador sabe que, se for mais forte, pode ficar de fora do jogo. Isso freia o time", explicou o treinador.

Apesar de toda a intimidação no duelo, Parreira garantiu que não faltou raça ao time para evitar a eliminação na semifinal da Taça Rio. "Não faltou raça nem empenho. Não tivemos coordenado hoje o que havia sido combinado, não seguramos a bola como deveríamos. Se tivesse faltado raça, o resultado seria muito diferente do que foi."

Gazeta Press

Ricardo Ayres/Photocamera/Divulgação
Parreira foi expulso de campo na derrota para o Flamengo, no Maracanã
Parreira foi expulso de campo na derrota para o Flamengo, no Maracanã

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