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 Diretor do São Paulo nega quebra de acordo com Goiás
21 de fevereiro de 2010 15h27 atualizado às 16h19

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   Foto: Márcio Leijoto/Especial para Terra

São Paulo e Goiás não se entenderam na negociação por Fernandão
Foto: Márcio Leijoto/Especial para Terra

O diretor de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, negou que tenha quebrado acordo de sigilo com o Goiás ao revelar qual foi a pedida do clube alviverde para liberar o atacante Fernandão. No último sábado, o dirigente contou que o vice presidente de futebol do Goiás, Edmo Pinheiro, pediu R$ 3 milhões - além dos empréstimos de Léo Lima, Carlinhos Paraíba, Fernandinho e Renan, cujos salários seriam pagos pelo clube paulista.

"O Edmo revelou qual foi a oferta do São Paulo a um jornal e uma rádio na sexta-feira. Dessa forma, me senti liberado para dizer o que eles pediram. Nossas conversas sempre foram em alto nível, mas não quebrei nenhum tipo de acordo", afirmou Lopes.

A contraproposta dos paulistas foi considerada uma "piada" por Pinheiro. O São Paulo ofereceu os empréstimos de Roger, Renan, Adrián González e André Luís, mais R$ 100 mil por mês até o fim do ano, o que totalizaria R$ 1 milhão.

A negociação está encerrada temporariamente, mas ainda poderá ser retomada. O contrato de Fernandão com o Goiás termina no fim do ano e, a partir de julho, o jogador estará liberado para assinar pré-contrato com outros clubes. O bom relacionamento torna o São Paulo um dos favoritos a tentar sua aquisição a partir de 2011. Se o Goiás não quiser perder o jogador sem custo, poderá reabrir negociação.

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