Empresário e irmão do jogador afirma que se esforça para que acerto com o clube gaúcho ocorra
Foto: AFP
O sonho do Grêmio em repatriar o meia-atacante Ronaldinho será definido nos próximos dias. Roberto de Assis, irmão e empresário do jogador, se reunirá neste sábado com Adriano Galliani, vice-presidente do Milan, no Rio de Janeiro, para avaliar as propostas, mas evita colocar os gremistas em vantagem.
Na última quinta-feira, Galliani confirmou que Ronaldinho não deve continuar no Milan e que ele irá jogar no clube que "pagar mais". Tal declaração faz com que, mesmo com a relação próxima do Grêmio com o meia, outros interessados, como Flamengo e Palmeiras, possam selar a contratação.
Diante disso, Assis disse, em entrevista ao jornal Zero Hora, que tem se esforçado para concluir a transferência para o clube gaúcho, mas que os dirigentes também devem fazer sua parte.
"Claro que seria excitante voltar para casa. Mas o Grêmio tem que se mexer. Tento fazer o meu máximo, mas, se não acontecer, não posso fazer mais nada, a culpa não é minha", explicou.
Galliani só aceita liberar Ronaldinho caso algum clube pague a quantia de 8 milhões de euros (R$ 17,6 milhões). Por causa do valor pedido, Assis não assegura que o futuro do meia esteja em Porto Alegre.
"Depende de quem tenha disponibilidade. Se houver o pagamento, ele estará livre. Tudo pode acontecer, não há nada certo. O ideal para todos seria que ele saísse livre, mas isso é difícil. Até o dia 4, tudo se resolve. A primeira coisa é o acerto com o Milan", acrescentou.
Ronaldinho está em Dubai, nos Emirados Árabes treinando com o Milan. Jornalistas italianos admitem que não existe mais clima para o brasileiro no clube por causa da intensa vida norturna e pela relação custo-benefício, já que possui um alto salário e pouco produz em campo.
- Lancepress!




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