Com prazo para pagar chileno, Arnaldo Tirone admite: não sabe como quitar dívida
Foto: Ricardo Matsukawa/Terra
O departamento financeiro do Palmeiras ainda não sabe como saldará as dívidas referentes a seus principais meias. O clube deve a Lincoln, que gastou do próprio bolso para jogar no time, e ao Banif, do qual conseguiu uma carta de crédito para poder contratar Valdivia.
Na negociação para deixar o Galatasaray, no início do ano passado, Lincoln usou dinheiro seu para cobrir a multa rescisória com o clube turco e ainda não foi totalmente ressarcido pelo Palmeiras. Restaria cerca de 1 milhão de euros a serem pagos ao jogador, que chegou a ser liberado para negociar com outra equipe, mas acabou se acertando com a diretoria.
"Tivemos uma conversa com ele. Eu, o Frizzo (diretor de futebol) e o próprio Luiz Felipe (Scolari, técnico). A gente o tranquilizou porque ele estava se sentindo um pouco inseguro com alguns aspectos. Agora vou fazer a programação de pagamento a ele", disse o presidente do Palmeiras, Arnaldo Tirone, à TV Gazeta.
A situação de Valdivia é bem mais complicada. Para tirar o chileno do Al-Ain na metade da temporada passada, a antiga diretoria de futebol conseguiu uma carta de crédito junto ao Banif de aproximadamente 6,5 milhões de euros, que deve ser paga ao banco até 15 de agosto.
"Para falar a verdade, hoje eu não sei como vamos pagar. Não posso falar como vou pagar", admitiu o mandatário, que, por outro lado, já não se mostra muito preocupado com a herança da administração passada. "Temos que pagar em agosto, mas o Palmeiras tem crédito", sorriu.
- Gazeta Esportiva




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