Equatoriano Guerrón foi comandado pelo novo técnico do Atlético-PR nos tempos em que defendia o Cruzeiro
Foto: Heuler Andrey / Agif/Gazeta Press
Em sua chegada ao Atlético-PR, Adilson Batista definiu como meta pôr fim à oscilação que deixou o clube de fora da Copa Libertadores nos últimos anos, principalmente a ocorrida nas rodadas finais do Campeonato Brasileiro de 2010.
Para ter sucesso na empreitada, o novo treinador do clube rubro-negro contará com a ajuda de dois velhos conhecidos: Madson e Guerrón. O meia trabalhou com Adilson no Santos, enquanto o atacante equatoriano foi seu comandado no Cruzeiro.
"O Madson, a própria diretoria (do Santos) é que tomou esta atitude antes de eu chegar. Quanto ao Guerrón, eu tinha Tiago Ribeiro e Kleber, Wellington Paulista e ele entrou várias vezes. O seu Valmor (Zimermann, diretor de futebol do Atlético-PR) ligou para mim, o Carpegiani falou comigo e eu o indiquei ao Atlético", afirmou Adilson.
Conhecedor do estilo de trabalho do novo técnico do clube rubro-negro, o equatoriano aprovou a escolha da diretoria."Ele foi o meu primeiro treinador aqui no Brasil. Quando cheguei ao Cruzeiro, me auxiliou bastante na minha adaptação neste país. Tenho total convicção de que ele vai nos ajudar a manter essa boa sequência em que estamos", disse.
Mesmo a cinco pontos do invicto Coritiba a apenas quatro rodadas do fim do segundo turno do Campeonato Paranaense, Guerrón confia numa arrancada do Atlético-PR. "Primeiramente, precisamos pensar no nosso time, na vitória. O dever de casa, a princípio, é o mais importante. Com o nosso trabalho sendo feito de maneira correta, aí sim, começamos a secar o Coritiba. Temos quatro jogos ainda pela frente e um deles é um confronto direto contra o próprio Coritiba, em casa. Não tem nada perdido", garante.
O comandante não se mostrou temeroso em ter o mesmo destino de Sérgio Soares e Geninho, seus sucessores demitidos pelo clube paranaense somente em 2011. "Não é legal isso. Não estou aqui questionando o resultado em si, porque o aproveitamento é bom. Mas isso parte da direção. Para o profissional, é importante a manutenção e o trabalho a longo prazo. Não cabe a mim opinar em relação às mudanças", explicou.
- Lancepress!




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