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Flamengo suspende sócio acusado de agredir dirigente em clássico

18 fev 2013
18h19
atualizado às 18h21
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O Flamengo anunciou nesta segunda-feira que o sócio-proprietário Luiz Cláudio “Cacau” Cotta da Silva Monteiro, ex-dirigente na gestão de Patrícia Amorim, está suspenso por 30 dias. Ele foi acusado pelo atual gerente-executivo Clément Izard de agressão física e moral durante o clássico deste domingo, contra o Botafogo, no Engenhão.

Com gol de Hernane, o Flamengo venceu o Botafogo por 1 a 0 neste domingo e garantiu antecipadamente vaga na semifinal da Taça Guanabara; veja
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Foto: Mauro Pimentel / Terra

A medida cautelar de suspensão foi assinada pelo presidente Eduardo Bandeira de Mello. De acordo com o clube rubro-negro, Cacau Cotta estaria insatisfeito com a demissão da irmã, ex-funcionária do Fla, foi enquadrado no artigo 60 da instituição. Ele, agora, responderá a um processo disciplinar.

“A democracia permite a discordância de ideias e a convivência dos opostos. Jamais a violência e a intimidação”, publicou o clube, em nota oficial intitulada “Um basta à violência e à intimidação” nesta segunda-feira. “Atitudes como estas não serão toleradas.

Confira a nota oficial:

O presidente do Clube de Regatas do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, assinou nesta segunda-feira (18.02), medida cautelar de suspensão de 30 dias do ex-vice-presidente do Fla-Gávea, Sr. Luiz Cláudio Cotta da Silva Monteiro, conhecido como Cacau Cotta, sócio-proprietário desde 11 de dezembro de 2009.

Acusado de ter agredido moral e fisicamente o atual gerente-executivo do Fla-Gávea, Sr. Clément Izard, durante o clássico deste domingo, contra o Botafogo, no Engenhão, Cacau Cotta foi enquadrado no artigo 60 do estatuto. O motivo da agressão, segundo Clément, seria a insatisfação de Cotta pela demissão de sua irmã, ex-funcionária do Flamengo.

Cacau Cotta responderá a um processo disciplinar, nos termos do Estatuto do Clube.

A diretoria do Flamengo expressa sua maior solidariedade ao funcionário Clemént Izard e reitera que as medidas referentes às mudanças no quadro de funcionários do Clube – com a valorização dos bons profissionais e a demissão daqueles que se mantinham em seus cargos por parentescos e/ou apadrinhamentos – são uma decisão inequívoca de todo o Grupo Executivo e continuarão a ser implementadas até a formação de um quadro capaz de prestar ao clube e aos seus sócios um trabalho de primeira linha.

A democracia permite a discordância de ideias e a convivência dos opostos. Jamais a violência e a intimidação. Isto não reflete a grandeza do Flamengo. Por isso, atitudes como estas não serão toleradas no Clube de Regatas do Flamengo.

Fonte: Terra
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