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Operário "assombra" Coritiba em cruzamentos e abre 2 a 0

26 abr 2015
18h11
atualizado em 27/4/2015 às 07h39
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Quem fez a festa no Estádio Germano Krüger neste domingo foi o torcedor do Operário. Desafiando o favoritismo do Coritiba, o Fantasma assombrou a defesa alviverde com cruzamentos e venceu por 2 a 0 para conquistar vantagem na final. Peixoto e Joelson balançaram as redes.

O resultado permite ao Operário perder por até um gol de diferença no próximo domingo, no Couto Pereira. O Coritiba precisa vencer por ao menos três gols para ser campeão no tempo regulamentar.

Coritiba foi derrotado pelo Operário no jogo de ida da final do Campeonato Paranaense
Coritiba foi derrotado pelo Operário no jogo de ida da final do Campeonato Paranaense
Foto: Coritiba / Divulgação

O jogo - Tão incômoda quanto à fumaça que dificultou o início do jogo foi a demora das equipes em engrenar na partida. Reservando um bom tempo para estudar o adversário, Operário e Coritiba só resolveram trocar ataques incisivos depois de meia hora. Enquanto isso sobrou empurrão para todo mundo após confusão envolvendo Wellington Paulista na área rival.

A despreocupação ofensiva chegou ao ponto de Juba ser lançado às costas da zaga do Coritiba e desperdiçar a jogada por não ter visto a bola. Do outro lado o Coxa criava sem muita dificuldade, mas levava nenhum perigo por errar o passe final.

Eis que aos 31 minutos o Fantasma resolveu assombrar em bola aérea. Aproveitando saída errada de Vaná, Peixoto aproveitou cruzamento para testar por cima do goleiro e abrir o placar. A defesa alviverde não aprendeu a lição e seguiu sofrendo com os levantamentos, e o erro custaria caro.

A festa que já era grande no Germano Krüger explodiu de vez quando Joélson recebeu bola cruzada na primeira trave e desviou para ampliar a vantagem do Operário. O time da casa não tinha criado quantidade de chances que explicasse os 2 a 0, mas foi efetivo quando o Coxa errou.

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A exemplo do primeiro tempo, o Alviverde voltou do intervalo longe de ser efetivo. Por um momento apareceu melhor ofensivamente, mas sem criatividade suficiente para diminuir. Exemplo do desencontro do ataque coxa-branca foi um chute totalmente errado de Hélder aos sete minutos.

O Operário respondeu com Joelson aos 20, e só não ampliou porque o atacante foi flagrado em posição de impedimento. Pouco depois a torcida do Fantasma teve que segurar o grito de novo quando Ivan salvou bola certeira em cima da linha e impediu o terceiro.

Até o final o Fantasma foi superior, ficando cada vez mais perto de aumentar vantagem. Aos 44 Juba viu Vaná adiantado, arriscou de muito longe e por centímetros não assinou uma pintura para coroar a grande partida do Operário. De qualquer forma, os 2 a 0 deixam o time alvinegro em boas condições para visitar o Couto Pereira no próximo domingo.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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