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Segundo o presidente do Atlético-PR, João Augusto Fleury da Rocha, os jogadores e comissão técnica do Coritiba teriam destruído o vestiário dos visitantes da Arena da Baixada após o jogo pela final do Campeonato Paranaense.
Atlético-PR vence nos pênaltis
Fleury entrou nos vestiários após a partida e ficou estarrecido com o que encontrou. "Eles (jogadores e comissão) quebraram tudo. Espelhos, pias, privadas, até duchas. Tem água jorrando aqui. Tem até garrafa de champagne quebrada, eles pensaram que iam comemorar alguma coisa. Isso é patético e isso é um problema de polícia. É crime de dano", disse.
Nesta segunda-feira, o Atlético-PR deve se posicionar oficialmente sobre o caso, mas o presidente antecipou que não deve entrar com uma ação contra o Coritiba.
Nenhum representante do Coritiba foi encontrado para falar a respeito do assunto.
Briga
A batalha entre as diretorias do Coritiba e Atlético-PR começou antes mesmo do início do jogo entre os dois times na final do Campeonato Paranaense.
O presidente do Coritiba, Giovani Gionédis, reclamou do tratamento dado à sua equipe na Arena da Baixada. Segundo ele, o time teve que se preparar em um vestiário sem iluminação e sem ar condicionado e com um som ensurdecedor.
Para piorar a situação, a porta do vestiário que dá acesso ao campo estava trancada. Para fazer o aquecimento no gramado, os goleiros do Coritiba tiveram que sair pelo estacionamento do estádio.
"Esse estádio, que se intitula o melhor do mundo, está parecendo o pior. Está lembrando a velha Baixada. É esse tratamento que eles querem receber no Couto Pereira? Da próxima vez eles vão descer na rua," esbravejou Giovani Gionédis.
Outro fator que irritou o presidente do time alviverde foi o fato de a diretoria do Atlético-PR ter destinado um camarote com apenas quatro lugares para o Coritiba.
"É um absurdo o que eles fazem conosco aqui. É preciso que a Federação (Paranaense de Futebol) tome uma atitude", afirmou Gionédis.
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