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Rio de Janeiro
Sexta, 3 de fevereiro de 2006, 08h17  Atualizada às 08h24
Técnico do América veta palavrões e diabo como mascote
 
Agência Lance
Jorginho iniciou a carreira de treinador no América
Jorginho iniciou a carreira de treinador no América
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O técnico Jorginho, do América, proibiu os seus jogadores de falarem palavrões durante treinos e jogos e pediu a troca do tradicional mascote do clube, o diabo. Evangélico, o campeão mundial com a Seleção Brasileira em 1994 foi um dos responsáveis pela classificação da equipe à semifinal da Taça Guanabara.

"Não quero mocinhas, mas exijo respeito entre os atletas", disse Jorginho, em entrevista ao jornal O Globo. Ele também alerta os seus jogadores a importância de se manter longe do cigarro e do álcool.

Jorginho, que pertencia ao grupo Atletas de Cristo quando era jogador, afirmou que chegou a pedir à direção do América a troca do mascote, o diabo, por uma águia.

"A águia é o único ser vivo que vai em direção à tempestade em vez de fugir. E nós encaramos a tempestade de frente neste campeonato", comentou.

O treinador afirmou que a mentira é condenada no América. "Fui contratado como profissional e não como cristão, mas minha opção por Deus se reflete naturalmente em tudo. Os jogadores me vêem motivado o tempo todo, mesmo nos momentos difíceis. Afinal, cristão acredita em milagres", completou.

Sem conquistar a Taça Guanabara desde 1982, o América lutará por uma vaga na decisão contra a Cabofriense, nesta segunda-feira, no Maracanã. No domingo, Botafogo e Americano fazem a outra semifinal.

"Não ganhamos nada ainda. Minha vida com Deus independe de resultados", concluiu o ex-lateral de Flamengo, América, Bayer Leverkusen, Bayern de Munique, entre outros.
 

Redação Terra