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Atacar o Grêmio, tentar liquidar a fatura no primeiro jogo, ou segurar o empate para decidir tudo no Beira-Rio? O técnico do Internacional, Abel Braga, não adianta nada, nem fornece pistas. Atuando para frente, sem se preocupar com o adversário, o time teve momentos até brilhantes. Mas agora é clássico, e na casa do adversário.
O Inter vive um mistério na escalação: Rubens Cardoso ou Jorge Wagner na lateral esquerda. Titular desde o início do ano, o primeiro sentiu dores musculares contra o Pumas, pela Libertadores, no meio da semana passada, mas está recuperado.
Jorge Wagner foi elogiado com entusiasmo na goleada dos reservas sobre o São José, 6 a 2, domingo passado. Com um ou outro, a equipe manteria as características.
Mas a memória recente aponta para uma outra possibilidade: Edinho no lugar de Perdigão, o volante que sai para a armação. Edinho formaria com Fabinho uma barreira na frente da zaga, ajudada por Tinga e pelo recuo de Michel e Iarley. É a estratégia do empate.
Em seus 21 jogos, o Inter venceu 17 com um volante só, Fabinho, ajudado por Perdigão ou outro armador. Quando usou Edinho e Fabinho, até perdeu um jogo, o único da temporada, 1 a 0 para a Ulbra, em 25 de janeiro.
Mas empatou os outros três, com Caxias, 15 de Novembro e Maracaibo, sempre fora de casa. Não jogou bem, mas o adversário também não.
Abel vai se repetir ou inovar? Resposta, só na tarde deste sábado.
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