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Domingo, 6 de maio de 2007, 08h14 Banido, agente de Nilmar diz que segue no futebol |
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Orlando da Hora, que afirmou ser absurda a decisão do TJD. "Eles não podem impedir que eu trabalhe. Nessa segunda vou entrar com recurso e na quinta-feira já vai estar tudo resolvido", disse.
Em julgamento do TJD, ele e João Haroldo Deorce foram banidos do futebol por tentar subornar o enfermeiro do Jaguaré, Paulo Sérgio Pereira. Eles também estão impedidos de atuar como empresários.
Jõao Haroldo teria ligado para o enfermeiro oferecendo R$ 3 mil para que ele colocasse sonífero na água do Jaguaré, que fazia a final contra o Vilavelhense, clube em que da Hora tem participação.
Em outra ligação, Haroldo citou o nome do empresário Orlando da Hora dizendo que ele pagaria R$ 1 mil. O enfermeiro Paulo Sérgio gravou as conversas e entregou para a direção do Jaguaré, que encaminhou para a Federação Capixaba.
Da Hora afirma não ter relação com o caso no Espírito Santo.
"Só porque conheço o João Haroldo fui processado e estou sendo acusado por tentativa de suborno. Ele colocou meu nome no meio da conversa. O cara fez a presepada toda lá e sou eu que sou culpado. Quero ver quem vai arcar com os danos morais que venho sofrendo", desabafou.