
Depois do jornal espanhol Marca mostrar provas de adulteração na votação para aprovação das contas do Real Madrid para a próxima temporada em assembléia realizada em 7 de dezembro, o presidente do clube, Ramon Calderón, se defendeu das acusações. O mandatário negou as acusações e afirmou que quem publicou isto é um "canalha".
"Esta não é minha forma de atuar (adulterar a votação). Não é fácil comandar um clube como esse. Me acusaram e tenho que reagir, mas não vou tolerar que manchem a minha honra e a da minha família", declarou o presidente merengue.
A acusação foi que dez pessoas teriam votado a favor das contas apresentadas por Calderón. Seis eram sócios que estavam impedidos de ir às urnas e quatro não tinham nenhuma ligação com o clube. Com isto, a oposição acusa a situação de ter fraudado o pleito a seu favor.
Sem apresentar provas contrárias à acusações, o mandatário preferiu agredir verbalmente a imprensa espanhola.
"Temos que ver o ocorrido porque hoje em dia não sabemos de nada. Há um bando de canalhas que faltam gravemente com a verdade. Lutei pela franqueza das assembléias durante 25 anos e não vou mudar."
Gazeta Press
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