
O ex-presidente do Real Madrid Ramón Calderón, que deixou o clube em janeiro deste ano, garantiu que também poderia ter contratado o brasileiro Kaká, apresentado com status de estrela por Florentino Pérez.
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"A contratação de Kaká seria feita de qualquer jeito pelo presidente que estivesse aqui, porque o jogador queria vestir a camisa do clube", afirmou o dirigente em entrevista a uma rádio espanhola.
Calderón chegou à presidência do Real Madrid nas eleições de 3 de julho de 2006 e renunciou em 16 de janeiro, acusado de fraude na assembleia do clube em 7 de dezembro de 2008.
O ex-presidente assegurou que a contratação do português Cristiano Ronaldo, outra estrela trazida por Florentino Pérez, começou antes de sua saída.
"O presidente demonstrou que temos o mesmo gosto. No caso de Cristiano Ronaldo, foi um contrato que iniciei e praticamente deixei feito", afirmou.
Ele também falou sobre o atacante David Villa, que quase trocou o Valencia pelo Real Madrid. "O preço era muito alto e ele acabou não acertando. Fará muitos gols, não importa onde estiver", disse.
Calderón afirmou que Florentino Pérez "fracassou" durante sua primeira etapa como presidente do Real Madrid (2000-2006), mas espera que ele "triunfe" neste novo período, iniciado em junho.
O ex-dirigente do Real aproveitou para elogiar o trabalho de Joan Laporta, presidente do Barcelona na conquista dos títulos do Espanhol, Copa do Rei e Copa dos Campeões desta temporada.
Quanto à notícia publicada pelo jornal esportivo Marca no domingo passado, que teria recebido uma comissão de 4 milhões de euros pela contratação do francês Lassana Diarra, o ex-presidente assegurou que é "falsa".
"Se alguém comprovar que tirei algo do Real Madrid, restituirei o clube cem vezes mais", desafiou.
Calderón disse ter sido alvo de coisas que nem "os piores terroristas" sofrem. "Quando Obama tomou posse, a capa do jornal El Mundo tinha minha mulher e eu saindo de uma discoteca", lembrou.
Em dezembro, quase um mês antes de deixar a presidência, ele demitiu o técnico alemão Bernd Schuster, que tinha contratado em julho de 2007, e o substituiu por Juande Ramos.
Desde então, ambos tiveram muitas desavenças. Perguntado sobre Schuster na entrevista, Calderón disse que ele é um "mal-agradecido".
EFE
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