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 Robinho é destaque no fechamento do mercado inglês
01 de fevereiro de 2010 15h28 atualizado às 15h42

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Robinho foi uma das mais importantes transações no mercado inglês. Foto: AFP

Robinho foi uma das mais importantes transações no mercado inglês
Foto: AFP

O empréstimo do atacante Robinho pelo Manchester City ao Santos foi uma das transações de mais destaque na janela de contratações de inverno na Inglaterra, cujas movimentações foram discretas.

Apresentado hoje para mais de 15 mil pessoas na Vila Belmiro, o atacante ficará no clube que o revelou até agosto, depois da Copa de 2010, principal objetivo do jogador no retorno ao Santos, já que não vinha atuando pelo City.

Outro jogador conhecido da torcida brasileira que chega ao futebol inglês é o atacante boliviano Marcelo Moreno, ex-Cruzeiro e Vitória-BA. Ele foi emprestado pelo Shakhtar Donetsk, da Ucrânia, ao Wigan. A transação foi fechada no fim da janela.

Sem Robinho, o City anunciou a chegada do meia francês Patrick Vieira, ex-capitão do Arsenal e que reedita a dupla que fez na Inter de Milão com o treinador Roberto Mancini. "Patrick é um meio-campo de nível mundial, com mentalidade vencedora. Ele reforçará muito bem o grupo", afirmou Mancini.

O Liverpool, que vai mal nesta temporada e ocupa apenas a quinta posição na tabela, acertou com o meia argentino Maxi Rodríguez, que estava no Atlético de Madrid, por três temporadas e meia. Ele volta a atuar com o atacante espanhol Fernando Torres, de quem herdou a braçadeira de capitão no time da capital espanhola.

Já o veterano zagueiro inglês Sol Campbell voltou ao Arsenal, clube que trocou pelo Portsmouth em 2006.

O atacante islandês Eidur Gudjohnsen, ex-Chelsea e Barcelona, volta a Londres agora como reforço do Tottenham e será companheiro do goleiro brasileiro Gomes.

No West Ham, a atração é o veterano atacante sul-africano Benni McCarthy, que estava no Blackburn. Ele assinou até meados de 2012 e disse estar "muito feliz" pelo acerto.

Levando em conta a delicada situação pela crise financeira, a maioria das negociações foi por empréstimo ou a custo zero, sem gastos excessivos.

EFE
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