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Em entrevista bastante agitada, o atacante francês Thierry Henry deu suas primeiras palavras como novo jogador do Barcelona e disse não se importar em brigar por um lugar no ataque. Ele disse até que aceita um possível revezamento entre os jogadores de frente.
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"Estou disposto a aceitar uma hipotética política de rodízios na equipe. O importante é que todos estejam caminhando na mesma direção", afirmou o novo reforço.
De qualquer forma, ele deixou nas mãos do técnico holandês Frank Rijkaard a decisão sobre escalá-lo ao lado do atual trio ofensivo do time, formado pelo brasileiro Ronaldinho, o camaronês Samuel Eto'o - amigo pessoal de Henry - e o argentino Lionel Messi.
"Darei 100% de mim ao clube, me coloco a seu serviço e espero que a torcida aproveite de bom futebol, além de títulos", afirmou o atacante, quem assegurou que o fato de vestir a camisa 14 se deveu unicamente ao fato de ser a única disponível.
O número, usado pelo jogador quando estava no Arsenal, foi do holandês Johan Cruyff, um dos maiores ídolos da história do Barcelona.
Ao falar sobre a lesão que o manteve afastado dos gramados durante boa parte da última temporada, o carrasco do Brasil na Copa de 2006 garantiu estar totalmente recuperado, e que estará ainda "melhor que antes".
Henry reiterou o "respeito" que sente pelo Arsenal, clube que defendeu por oito temporadas, e disse que cabe ao técnico colocá-lo em campo ou não caso as duas equipes se enfrentem.
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