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Terça, 26 de junho de 2007, 10h47 
Promotoria denuncia 4 atletas por apostas na Itália
 
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Os jogadores David Di Michele, do Palermo, Massimo Margiotta, do Frosinone, Thomas Manfredini, do Bologna e Vincenzo Sommese, do Mantova, foram denunciados pela Promotoria da Federação Italiana de Futebol (FIGC) junto ao Comitê Disciplinar, em relação a um caso de apostas ilegais.

O promotor do FIGC Stefano Palazzi denunciou também, por responsabilidade, os clubes Udinese, Vicenza e Mantova, nos quais os jogadores atuavam quando teria ocorrido o delito.

Di Michele, Manfredini e o venezuelano Margiotta são acusados de terem apostado "diretamente ou por meio de outra pessoa" sobre os resultados relativos a partidas oficiais de futebol organizadas pela FIGC.

Para Sommese, a acusação corresponde a partidas organizadas pela FIGC, Fifa e Uefa.

Por outro lado, a Promotoria arquivou os casos dos outros jogadores envolvidos na investigação, aberta há um ano.

Em 2006, 18 jogadores que atuavam na primeira e segunda divisões do Campeonato Italiano estavam sendo investigados pela Procuradoria de Udine devido a supostas apostas não autorizadas.

As investigações eram dirigidas pelo procurador Lorenzo Del Giudice, em relação a apostas de partidas européias e do Campeonato Italiano.

Os jogadores investigados (e os clubes onde atuavam na época), junto com Di Michele, Margiotta, Manfredini e Sommese, eram: Morgan De Sanctis, da Udinese, Nelson Abeijón, do Atalanta, Giovanni Bia, ex-Bologna, Inter e Napoli, Marco Ferrante, do Hellas Verona, Attilio Gregori, do Ostia, Alessandro Sgrigna, do Vicenza, Roberto Bordin, do Padova e ex-Napoli, Stefan Schwoch, do Vicenza, Gennaro Scarlato, do Spezia, Giampiero Pinzi, da Udinese, Vincenzo Iaquinta, da Udinese, Zelijko Kalac, do Milan, Marek Jankulovski, do Milan e Alessandro Pierini, ex-Udinese.

Eles eram acusados de descumprir a lei que impede que jogadores, técnicos e dirigentes realizem qualquer tipo de apostas esportivas.

Os jogadores corriam o risco, inclusive, de serem suspensos por um ano. Na época, também foi divulgado que quatro partidas do Campeonato Italiano entre 2005 e 2006, que terminaram empatadas, estariam sendo investigadas por terem registrado um número incomum de apostas.


 

EFE

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