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O presidente do Barcelona, Joan Laporta, pediu desculpas à torcida pelo momento ruim do clube, após duas temporadas sem títulos, e confirmou nesta segunda-feira a saída do meia-atacante Ronaldinho.
"Dissemos a ele que precisa de novos desafios. Quando os ciclos acabam é normal que as pessoas mais emblemáticas saiam. Gostaria muito que Ronaldinho saísse como saiu (o técnico) Frank Rijkaard", admitiu Laporta em entrevista ao canal catalão TV3.
Laporta admitiu que o clube pode ter dificuldades para vender o brasileiro, que sofreu uma série de lesões e problemas físicos nesta temporada, participando apenas de 13 das 28 partidas do time no Campeonato Espanhol.
A última vez que Ronaldinho jogou foi na derrota por 2 a 1 para o Villarreal, no dia 9 de março. O Milan demonstrou interesse e o irmão e empresário do jogador, Assis, disse que Ronaldinho e Milan chegaram a um acordo. Mas o time italiano disse que não conseguiu acertar o preço a ser pago ao Barcelona.
Laporta afirmou também que deseja continuar na presidência do clube até o fim de seu mandato e continuou a defesa do jogador brasileiro. "Sou muito agradecido a Ronaldinho. Ano passado pensávamos que podia ser o ano para vendê-lo, mas ante a ilusão dele e o ponto de agradecimento que um clube como o Barcelona deve ter, decidimos que continuasse", completou.
Ronaldinho chegou ao Barcelona em 2003, revivendo imediatamente a moral do clube, que não ganhava um título importante desde 1999. O meia-atacante ajudou o time catalão a vencer os títulos espanhóis em 2005 e 2006, além da Copa dos Campeões.
Com informações das agências AFP e Reuters.
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