|
|
 |
Busca |
|
Busque outras notícias no Terra:
|
 |
|
Apesar de já declarar diversas vezes que tem Ronaldo como ídolo, o atacante Alexandre Pato afirmou que tinha um apelido ligado a outro grande craque do futebol brasileiro em sua infância. De acordo com o jogador do Milan, a sua família o comparava a Bebeto, um dos grandes nomes da conquista brasileira do tetracampeonato mundial em 1994.
» Milan vai emprestar Ricardo Oliveira
» Robinho diz que fica no Real Madrid
» Marcelo Moreno recusa proposta
» Gremistas podem parar na Alemanha
"Quando eu era pequeno torci muito para ele também. Minha mãe e a minha avó sempre me chamavam de 'Bebetinho'", disse o atacante do Milan, em entrevista à Sportv.
Em grande fase na sua curta carreira, Pato diz que viveu um sonho em sua estréia no Milan, na goleada por 5 a 2 sobre o Napoli, quando marcou um gol e jogou ao lado do ídolo Ronaldo.
"Eu me espelho muito no Ronaldo, meu ídolo é o Ronaldo", afirmou o jogador que crê na volta do seu companheiro de equipe na Itália. "Tenho certeza que ele vai dar a volta por cima. Ele já passou por grandes dificuldades e sei que vai voltar logo, logo".
Alexandre Pato destacou que já atingiu um dos seus objetivos profissionais ao chegar ao Milan e que agora só falta um título pela Seleção Brasileira. "Meu sonho é ser campeão pelo meu País, quero jogar meu futebol e um dia levar a Copa pela Seleção".
Pato afirma que já está praticamente acostumado a Milão, mesmo morando longe da família e da sua noiva, a atriz Stephany Brito. "Para mim meu apartamento é maravilhoso. A única coisa que precisa é do videogame e da Internet. Moro com um menino chamado Christian, ele me ajuda muito aqui. A mãe dele mora com a gente e faz a comida da casa".
O atacante disse que também já se adaptou ao modo de jogar dos italianos. "Aqui eles jogam mais em linha na defesa. Quando eu olho para a esquerda ou para a direita, os jogadores estão na mesma linha. Tem muita qualidade na parte defensiva. Aqui, nesse ponto, é mais forte que o Brasil".
Porém, o jogador do Milan afirmou que mesmo sendo um futebol mais defensivo, os italianos jogam de forma leal. "No interior do futebol gaúcho era mais complicado. Lá é soco na cara, é mais difícil".
|