Campeonato Alemão

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21 de janeiro de 2011 • 13h42 • atualizado às 14h47

Proposta dos EUA pode adiar retorno de Zé Roberto ao Brasil

Voltaria agora para o Santos, afirma Zé RobertoClique no link para iniciar o vídeo
Voltaria agora para o Santos, afirma Zé Roberto
 

O meia Zé Roberto, do clube alemão Hamburgo, afirmou nesta sexta-feira, em entrevista ao Terra, que recebeu uma proposta do New York Red Bull, dos Estados Unidos, e cogita a possibilidade de atuar por duas temporadas na liga norte-americana antes de retornar ao Brasil.

"Existe a possibilidade de que eu jogue dois anos nos Estados Unidos. O clube seria o Red Bull, que manifestou o interesse em me levar desde o ano passado, mas meu contrato com o Hamburgo vai até a metade deste ano. O Red Bull tem uma academia aqui no Brasil e está procurando um nome brasileiro para representar o time. Existe todo um projeto e não nego que seja possível a minha ida para os EUA", disse o jogador.

No entanto, o meia ainda lembra com carinho da sua curta, porém marcante passagem pelo Santos, entre 2006 e 2007. "Eu confesso que ainda guardo saudades daquela passagem pelo Santos, apenas 10 meses. Foi um pequeno período, mas eu joguei futebol com uma alegria que nunca joguei na minha carreira", afirmou. "Quando vejo o elenco de hoje, com Elano, me dá vontade de comprar a passagem e ir para o Santos jogar a estreia na Libertadores, em fevereiro", completou.

Apesar de criar a expectativa nos torcedores santistas, Zé Roberto diz que dificilmente deixaria o clube alemão antes do término de seu vínculo.

"Não seria fácil o Hamburgo me liberar e eu também carrego a ética profissional. A palavra, pra mim, vale muito. A minha volta pro Santos ou ida a outro clube do Brasil, pode acontecer mais tarde. No momento, eu não vejo a possibilidade sequer de conversar sobre rescisão com o Hamburgo", adiantou.

Com propostas também do Mundo Árabe, além dos EUA, o meia de 36 anos acredita que ainda está longe da aposentadoria, mas confessa que logo estará de volta ao Brasil.

"Nunca tive uma lesão grave, por isso sempre joguei em alto nível, então eu não pretendo parar tão cedo. Meus filhos me pressionam bastante para voltar ao Brasil e hoje eu vejo que o dinheiro não é mais o que importa. O coração decidiria pelo Brasil, o lado familiar pesa bastante", finalizou.

Redação Terra