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Juiz do caso Neymar mantém processo em Madri e indicia Barça

13 mar 2015
10h11
atualizado às 11h11
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Pablo Ruz se manteve irredutível com relação às pedidas dos advogados do Barcelona. O juiz responsável pela investigação dos delitos na compra de Neymar junto ao Santos rechaçou a possibilidade de transferir o processo à vara de Justiça da Catalunha, como era pretendido pela diretoria do clube. Além de manter a ocorrência em Madri, Ruz deu a entender que pedirá depoimentos do atual presidente do Barça, Josep María Bartomeu, e do anterior, Sandro Rosell.

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Presidente do Barcelona, Josep María Bartomeu, teve pedido de transferência do processo negado
Foto: Getty Images

Acusados de sonegar cerca de 12 milhões de euros (cerca de R$ 40 milhões) em impostos ao Ministério da Fazenda durante a negociação, os mandatários do clube blaugrana seguem investigados pela Justiça espanhola. O novo capítulo da história, porém, se dá pela inclusão do clube, como pessoa física, nas investigações. O comitê fiscal tem um prazo de dez dias para apresentar um estudo que justifique a indicação do Barcelona como participante da fraude fiscal.

Mesmo tendo deixado a presidência do clube em janeiro passado, Sandro Rosell seria indiciado em três processos, e o clube em dois. Calcula-se que a fraude fiscal na transação do atacante brasileiro seja de 2,8 milhões de euros (o que equivale a cerca de R$ 9 milhões).

Perante a Justiça, o presidente do Barça alegou, à época, que a contratação de Neymar não passara de 57 milhões de euros (cerca de R$ 192 milhões), quando as contas oficiais sugeriram um valor de 94 milhões de euros (cerca de R$ 320 milhões) pela negociação.

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