Futebol Internacional

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12 de fevereiro de 2013 • 20h16 • atualizado às 20h45

Federação Camaronesa nega ameaças de morte a Samuel Eto'o

 

A Federação de Futebol de Camarões negou nesta terça-feira ter ameaçado de morte o atacante Samuel Eto'o, atualmente no Anzhi, da Rússia, dois dias depois de denúncias feitas pelo jogador.

"O que ganha a Federação matando Eto'o? Precisamos muito mais dele vivo do que morto", afirmou diretor de comunicação da entidade, Junior Biyam, à Agência Efe.

Um diretor de alto escalão da Federação do país, que pediu para permanecer no anonimato, afirmou que o atacante "trabalha para homens poderosos que querem desestabilizar Camarões e o futebol do país".

Samuel Eto'o acusou no último domingo um plano da entidade de querer o "assassinar" depois de denúncias feitas sobre a má gestão do futebol em seu país.

"Vivo agora com um grupo de policiais e um deles dorme diante da minha porta. Não faço isso por esnobismo, mas pela minha segurança", declarou.

"Hoje em dia não coloco as camisas da seleção que a federação me dá, peço diretamente da empresa Puma. Não como com meus companheiros da seleção para evitar que coloquem veneno na comida", acrescentou Eto'o, que classificou os dirigentes do futebol camaronês de "incompetentes" e "corruptos" e pediu que eles renunciassem.

EFE