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Jornal: condenada, CBF se defende de acusação de "Máfia do Apito"

1 mar 2011
08h55
atualizado às 09h20

Condenada em primeira instância no caso da "Máfia do Apito", a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se defendeu em argumentação apresentada à 17ª Vara Cível de São Paulo e prometeu recorrer da sentença. Segundo informa o jornal Folha de S. Paulo nesta terça-feira, a entidade desdenhou do próprio esporte nas conclusões ao dizer que o "futebol não tem interesse social relevante" e que contribui "para a desinformação do povo, já de si mal aparelhado intelectualmente".

Em decisão, o juiz José Paulo Camargo Magano decidiu punir CBF, Edilson Pereira de Carvalho e Nagib Fayad ao pagamento de R$ 160 milhões. Outros "culpados" no caso foram Federação Paulista de Futebol, Paulo José Danelon e novamente Fayad com outros R$ 20 milhões. Outros argumentos usados pela entidade máxima do futebol brasileiro é que uma condenação a levaria "à insolvência" e que "organizar campeonatos e jogos de futebol" não é uma de suas obrigações.

Entidade comandada por Ricardo Teixeira monta argumentação contra acusações da "Máfia do Apito"
Entidade comandada por Ricardo Teixeira monta argumentação contra acusações da "Máfia do Apito"
Foto: Caetano Barreira/Foto Arena / Agência Estado
Fonte: Terra
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