Contra má fase, Ceni pede para elenco do São Paulo "se ajudar"

12 de maio de 2009 • 09h52 • atualizado às 09h52
Rogério Ceni faz recuperação no Reffis Foto: site oficial/www.saopaulofc.net/Divulgação
Rogério Ceni faz recuperação no Reffis
11 de maio de 2009
Foto: site oficial/www.saopaulofc.net/Divulgação

Diante do retrospecto pouco favorável do São Paulo nos últimos jogos (eliminação do Campeonato Paulista e estréia com derrota no Campeonato Brasileiro, por exemplo), o goleiro e capitão Rogério Ceni, afastado dos gramados depois de fraturar o tornozelo esquerdo, tem uma receita para o fim dos resultados negativos. Para ele, os jogadores terão que se "ajudar mutuamente" se quiserem voltar a alegrar os torcedores.

De volta ao CCT da Barra Funda para dar andamento ao seu processo de recuperação, depois de operar o tornozelo, Ceni só não sabe como fará para colaborar com seus colegas. "Na verdade, eu não sei. O que eu posso dizer é que eles terão que se ajudar mutuamente. Na Libertadores, são seis jogos que os separam do título, jogos que podem valer um ano inteiro", disse Ceni, em entrevista ao site oficial do time do Morumbi.

"É essa a consciência que eles têm que ter e colocar isso em prática, usando a vantagem que conseguiram na primeira fase. O que eu posso fazer é incentivar, dar força, é nesse aspecto que posso ajudar", afirmou Ceni, que disse não sentir mais dores na região fraturada, exceto quando está em tratamento.

"Quando estou parado não (sinto dores), agora posso até apoiar o pé no chão com a proteção. Só sinto algum incômodo no fortalecimento, que tenho que fazer força nos movimentos e a musculatura não está tão forte. Fazer gelo também é desconfortável", disse Ceni, que pode voltar aos gramados em quatro meses, surpreendendo a expectativa dos médicos.

Redação Terra
 
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