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Capitão Bolívar levanta taça e encarna "Libertador da América"

19 ago 2010
02h08
atualizado às 09h33

A edição de 2010 da Copa Libertadores rendeu um dos momentos mais simbólicos da história da competição. Capitão do Internacional, o zagueiro Bolívar teve a honra de erguer a taça de campeão, evocando um real "libertador da América", Simón Bolívar.

O campeonato da Conmebol homenageia os heróis que lutaram pela independência dos países sul-americanos. O mais emblemático era Simón Bolívar, militar venezuelano que no século XIX liderou a emancipação de seu país, além de Colômbia, Equador, Peru e Bolívia. O ícone deixou como legado o sonho de uma América Latina unida.

O zagueiro Bolívar recebeu o apelido em homenagem a seu pai, também defensor, que possui este nome. Esteve presente nas duas conquistas da Libertadores, e terá a oportunidade de disputar o Mundial de Clubes pela primeira vez, uma vez que em 2006 transferiu-se ao Monaco antes do torneio da Fifa.

"Esse grupo tem muita qualidade, e não era um gol quer iria nos desestabilizar. Conseguimos um grande feito que foi virar e conquistar esse título", comemorou Bolívar ao Sportv ainda no gramado.

Com o libertador venezuelano, o zagueiro tem em comum o espírito de liderança, que lhe rendeu a posição de capitão. A honraria era de Guiñazu no início da temporada, mas Celso Roth passou-lhe a braçadeira.

"A gente sabia que poderia reverter. No intervalo, o Celso pediu para ter tranquilidade que a gente iria virar a partida", afirmou.

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