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Lucas banca virada gremista; Guilherme elogia Adílson

2 jul 2009 - 09h18
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Dassler Marques


Há pouco tempo, eles estavam no campo defendendo, respectivamente, Grêmio e Cruzeiro. Agora atuando na Europa, Lucas e Guilherme ficarão apenas na torcida para o duelo desta quinta-feira (21h50 de Brasília) no Estádio Olímpico, valendo vaga na final da Copa Libertadores.

Lucas disputou a competição com o Grêmio em 2007 e participou do elenco que foi vice-campeão, sendo batido apenas pelo Boca Juniors na decisão. Logo depois, partiu para o Liverpool. Guilherme, no entanto, foi até as oitavas da Libertadores do último ano, curiosamente caindo diante do mesmo Boca.

"Será um jogo complicado para o Grêmio, mas estarei no estádio para torcer pelo meu ex-clube e acredito que o time tem qualidade e condições de passar para a próxima fase", prevê Lucas em contato com o Terra. O volante vivenciou, em 2007, algumas viradas que levaram os gremistas até a decisão.

"O Grêmio, por tradição, sempre teve times de garra e disposição e isso faz a diferença nesses momentos difíceis. Aquele time de 2007 do qual fiz parte também era assim. Não desistíamos nunca, não importando a situação em que nos encontrássemos. Por isso, conseguimos feitos que são lembrados até hoje pela torcida", explica Lucas.

Naquele ano, os gremistas só garantiram a classificação da fase de grupos na última partida, fora de casa, contra o Cerro Porteño. Depois, duas viradas, sobre São Paulo e Defensor, marcaram a caminhada do Grêmio, que precisa vencer por dois gols de diferença na noite desta quinta. "Sempre dá vontade de jogar decisões como essa, mas os jogadores darão conta do recado", admite.

Guilherme descarta comparações com Kléber

O cruzeirense Guilherme, negociado com o Dínamo de Kiev no início do ano, ainda tem laços muito fortes dentro da Toca da Raposa. Afinal, atuou ao lado de praticamente todos os jogadores do elenco dirigido por Adílson Batista. O treinador, aliás, é elogiado pelo atacante.

"Acho que é sempre importante um grupo de jogadores viver uma experiência de Libertadores e repetir no ano seguinte. Obviamente, o que tem ajudado muito é o dedo do Adilson Batista, já que ele também foi o técnico do ano passado", diz o atacante, autor de dois gols na competição em 2008. "Conheço praticamente todo o elenco e sei quanto eles desejam o título".

A saída do jovem atacante para a Ucrânia coincidiu com a chegada de Kléber ao Cruzeiro. Apesar de o novo jogador ter assumido a missão de converter os gols da equipe cruzeirense, Guilherme evita comparações. "Guilherme é e sempre será Guilherme, enquanto Kléber é Kléber. Fico feliz de ele ter encaixado bem no esquema do Adílson e de ajudar o time".

Hoje no Dínamo de Kiev, Guilherme ficará na torcida pelo Cruzeiro nesta noite
Hoje no Dínamo de Kiev, Guilherme ficará na torcida pelo Cruzeiro nesta noite
Foto: Divulgação
Fonte: Terra
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