publicidade
07 de abril de 2013 • 08h43 • atualizado às 09h13

Membro da Conmebol condena violência argentina em MG: "tem que acabar"

 

A Copa Libertadores de 2013 já está marcada por episódios lamentáveis de violência em campo e nas arquibancadas. O último deles foi a briga entre jogadores do Arsenal de Sarandí no Brasil, que entraram em confronto com a Polícia Militar de Minas Gerais após derrota para o Atlético-MG - as cenas repercutiram pelo mundo. Hildo Nejar, representante brasileiro da Conmebol, disse que a atitude precisa acabar.

"Esse negócio de violência no futebol sul-americano tem que acabar. Os argentinos foram para cima da polícia em Belo Horizonte depois de derrotados. Os jogadores precisam esfriar a cabeça, se controlar depois de derrotas. Acabou o jogo, perdemos? Vamos para casa", afirmou Nejar.

O representante ainda revelou que a resolução da sindicância que julgará o Arsenal de Sarandí e os jogadores Pérez e Nervo por desacato e agressão deve sair nos próximos dias. O time argentino tem até o fim desta terça-feira para apresentar a defesa do caso.

"Já abriram uma sindicância para avaliar o caso. Será na sede da Conmebol, no Paraguai. Estarão presentes todos os auditores dos países filiados, menos o do Brasil. Através da videoconferência, o processo fica mais agilizado", disse Hildo.

O Arsenal corre o sério risco de perder, ao menos, um mando de campo. Resta saber se a pena, caso aplicada, valerá para a última rodada do Grupo 3, contra o The Strongest. Além disso, os dois jogadores que virarão réus da Conmebol podem pegar três jogos de afastamento.

Lancepress!