Fale conosco

 Notícias por e-mail
Brasil
Sexta, 15 de julho de 2005, 15h53  Atualizada às 17h54
Serra quer que São Paulo pague por destruição
 
Reinaldo Marques/Terra
A estação Brigadeiro (foto) foi destruída, assim como a Trianon
A estação Brigadeiro (foto) foi destruída, assim como a Trianon
Saiba mais
» Baixe o pôster do São Paulo campeão
» Todos os resultados
» Os artilheiros
» São Paulo 4 x 0 Atlético-PR
» Comemoração na Paulista termina em violência
» Rogério se emociona com título do time do coração
» Melhor em campo, Amoroso comemora retorno
Galeria de fotos
» Avenida Paulista sofre com vandalismo
» As fotos da partida
» Torcedores fazem a festa no Morumbi
» Jogadores comemoram o tricampeonato
Multimídia
Áudio e vídeo
» Veja como foi a festa são-paulina pelo tricampeonato
» Autuori divide título com antecessores
» Luizão despede-se do São Paulo em grande estilo
» Presidente do São Paulo vai tentar segurar estrelas
» Grafite quer disputar o Mundial Interclubes
» Torcedores reclamam da falta de ingresso
» Veja a tristeza dos atleticanos na Arena da Baixada
» Atleticanos não esperavam derrota tão elástica
» Meta do Atlético-PR é recuperação no Brasileiro
» Torcedores do São Paulo deixam rastro de violência na Avenida Paulista
Fórum
» Envie uma mensagem para os campeões da Libertadores
Sites relacionados
No terra
» Mande um cartão para os seus amigos
» Veja animação dos gols de São Paulo 4 x 0 Atlético-PR
Enquete
Quem foi o melhor em campo na final?
Amoroso
Cicinho
Lugano
Josué

 Últimas de Brasil
» Brasil perde vaga direta na Copa Libertadores
» Finazzi pode estrear no clássico contra o Paraná
» Luizão "ganha" gol na Libertadores após cinco anos
» Lula critica são-paulinos por cenas de vandalismo
O prefeito de São Paulo, José Serra, disse nesta sexta-feira que a diretoria do São Paulo deveria procurar a Prefeitura da cidade para bancar o prejuízo causado durante a confusão na Avenida Paulista. Depois da vitória de 4 a 0 sobre o Atlético-PR, os torcedores do time quebraram estações de metrô, causando a maior destruição em mais de 30 anos de operação.

Opine: o São Paulo deve pagar os prejuízos?
Vídeo: veja as cenas da destruição
Confira fotos da Avenida Paulista
Confira vídeos da final
Baixe o pôster do campeão
Mande uma mensagem para os campeões
Veja animação dos gols

"Eles deveriam se oferecer para consertar os danos. Se eu fosse da diretoria, participaria de tudo aquilo que foi quebrado. Eles deveriam cooperar para recuperar tudo aquilo que foi destruído", afirmou Serra, durante um evento nesta manhã na Zona Leste. Depois, de helicóptero, o prefeito foi até a Paulista para ver o tamanho do estrago.

O prefeito ainda justificou o fato de não haver policiamento suficiente para controlar o tumulto na madrugada. "É muito difícil você prever uma ação de vandalismo dessa natureza. É razoável que não tivesse uma batalhão completo da PM, batalhões para atender. Ninguém esperava aquilo. No máximo, manifestações de carros comemorando", disse José Serra.

O Terra Esportes entrou em contato com o presidente são-paulino Marcelo Portugal Gouvêa, que prometeu fazer um anúncio oficial na próxima semana.

"Não recrimino o prefeito José Serra, ele administra a cidade e deve estar profundamente chateado com o que aconteceu na Paulista. Mas não podemos responsabilizar o clube pela atitude dos torcedores fora do estádio", disse o dirigente.

Portugal Gouvêa ainda afirmou que não pretende polemizar sobre a responsabilidade do clube no envolvimento com os atos de vandalismo. "Hoje é um dia de total alegria para o São Paulo e nós só queremos comemorar. O São Paulo não vai fugir da sua responsabilidade, mas só vamos nos posicionar na próxima semana."

Além de quebrarem os metrôs, os torcedores danificaram telefones públicos, pontos de ônibus, semáforos, bancas de jornais e ainda saquearam lojas e bares.

O subprefeito da Sé, Andrea Matarazzo, disse que o caso mostra que a tendência é que eventos grandes sejam proibidos na Paulista.

"Não dá para prever uma atitude de vandalismo como a que ocorreu ontem à noite. Não dá para prever atos de barbárie", disse em entrevista à rádio CBN.


 

Redação Terra