
Atualizada às 08h15 Marcos Guedes
Direto de São Paulo
Muricy Ramalho tem certeza de que só encontrará "pedreiras" na fase final da Copa Libertadores. O técnico do São Paulo espera um ambiente hostil em Montevidéu, contra o Nacional-URU, mas nada comparado ao que viveu no último final de semana, diante do Palmeiras, no Parque Antarctica, pelo Campeonato Paulista.
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"Na Libertadores, faz tempo que não se encontra um ambiente exageradamente ruim. As coisas mudaram demais. No meu tempo (de jogador), era guerra", disse o treinador. Ele descartou situação semelhante ao do último domingo, quando passou mal por conta de um gás tóxico presente no vestiário destinado ao time tricolor.
"O que aconteceu no domingo foi um crime, eu senti na pele. É um ato terrível, que não pode ficar impune. É preciso que todos fiquem em cima, caso contrário (o caso) cai no esquecimento, e fazem de novo", pediu o treinador, já recuperado: "a sorte é que eu tenho saúde".
Se não espera muitos problemas fora de campo, Muricy prevê dificuldades dentro das quatro linhas contra o Nacional. Ao menos no discurso, o treinador não viu grande vantagem em escapar de um confronto com outro time brasileiro ou o Boca Juniors nas oitavas-de-final.
"É difícil escolher adversário, porque está tudo muito equilibrado. Nem o próprio Boca está jogando um grande futebol, caiu bastante (em relação ao ano passado). A Libertadores deste ano está diferente dos anos anteriores, muito parelha", analisou o comandante.
Redação Terra
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Reuters
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