
Atualizada às 21h27 Compatriota de Tevez e Mascherano, com quem Emerson Leão se desentendeu no Corinthians, o argentino Mariano Trípodi aposta justamente no bom relacionamento que mantém com o técnico para se firmar no Santos.
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"Desde o dia em que cheguei ao Santos, fui muito bem tratado pelo treinador. Ele sabe que quero dar o meu melhor para a equipe. Nunca tive nenhum problema com o técnico. Ao contrário, sempre me respeitou muito", disse Trípodi.
Nas primeiras semanas seguintes à apresentação do argentino, Leão sequer sabia pronunciar seu sobrenome e acostumou-se a chamá-lo apenas por Mariano. Depois de algumas oportunidades como titular, o atacante perdeu espaço para o chileno Sebastián Pinto, que mais tarde deixou a Vila Belmiro fazendo críticas ao treinador.
"É melhor que o Leão me chame de Mariano. Isso é um sinal de que ele tem confiança em mim", disse Trípodi, ansioso por novas chances para jogar. Afinal, ultimamente é outro estrangeiro que está em baixa no elenco, o meia colombiano Maurício Molina. "Tenho muita vontade de jogar. Fui bem nas últimas partidas que entrei. Fico contente com isso", avisou o argentino.
Apesar de satisfeito com seu momento no Santos, Trípodi não cobra Leão para ser mais aproveitado. "Claro que espero jogar, mas tenho a confiança do técnico e dos meus companheiros", repetiu. "Se ele decidir me escalar, ficarei feliz. Mas sei que temos um plantel rico. Quando o treinador achar necessário me usar, estará bom para mim", acrescentou.
Na última vez em que o Santos precisou de uma vitória na Vila Belmiro para avançar na Libertadores da América, diante do Cúcuta, ainda na primeira fase, Trípodi resolveu a partida. "Oxalá eu possa ajudar (contra o América). Mas não tenho que ser o personagem do jogo, que será muito difícil", finalizou.
Gazeta Press
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