
Atualizada às 07h54 De quatro cobranças efetuadas pelo Fluminense, três acabaram desperdiçadas (as de Conca, Thiago Neves e Washington). Apenas o meia Cícero conseguiu superar o meia Cevallos, mas viu o rival equatoriano levar a melhor por 3 a 1 nas cobranças de penalidades da decisão da Copa Libertadores, nesta quarta, no Maracanã, após vitória pelo mesmo placar dos mandantes. Depois da partida, o jogador minimizou o mau rendimento dos companheiros.
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"Conseguimos fazer o resultado que estava precisando, fomos para a prorrogação, mas pênalti é loteria. Precisamos levantar a cabeça, pois a vida continua. Só perde quem bate, não tem o que explicar. O Conca, o Thiago e o Washington foram infelizes, mas contra o Vasco acertaram", avaliou Cícero, referindo-se à disputa com o rival nas semifinais da Taça Rio, que também foi para as penalidades, mas diferente desta quarta, o Flu levou a melhor.
Os jogadores da equipe tricolor procuravam dar força aos companheiros que erraram as cobranças. Washington deixou o campo chorando, mas foi prontamente consolado por, entre outros, o zagueiro Thiago Silva. "Acho que fizemos tudo o que foi pedido, tudo o que foi planejado. Mas infelizmente pênalti é isso mesmo. Eu estou chateado como todo mundo está", disse.
Substituído na prorrogação por causa das câimbras, o lateral Gabriel exigiu a volta da postura positiva no Flu. "Tem que sair de dentro da gente erguer a cabeça. Um tem que ganhar, outro tem que perder. Amanhã tem que passar a ressaca. Se sendo campeão a festa tem que ser curta, quando perde também. O torcedor tem que entender que mais do que todos, a gente queria essa vitória, mas infelizmente ela não veio", ressaltou.
Redação Terra
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Reuters
Meia Conca desperdiça cobrança de pênalti, defendido pelo goleiro Cevallos
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