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03 de dezembro de 2012 • 15h59 • atualizado às 16h16

"Templo da morte" e máscaras; veja Nagoya, cidade corintiana no Mundial

"Casa corintiana no Mundial", Nagoya é uma cidade recheada de pessoas de máscaras, templos, luzes e castelos Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
"Casa corintiana no Mundial", Nagoya é uma cidade recheada de pessoas de máscaras, templos, luzes e castelos
Foto: Ricardo Matsukawa / Terra
  • Direto de Nagoya (Japão)
 

O Corinthians viaja nesta segunda-feira para ir em busca do sonho de conquistar o bicampeonato mundial. Rumo ao Japão, o time do Parque São Jorge desembarcará no próximo dia 6 em Nagoya, cidade recheada de pessoas de máscaras, templos, luzes e castelos, localizada no interior do país nipônico e que será a "casa" corintiana durante a estadia na terra do sol nascente.

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O Terra chegou ao local na noite do último sábado e fez um tour para conhecer sobre o lugar que abrigará a delegação do Corinthians durante os dias 6 e 13 de dezembro, antes de a equipe seguir para Yokohama para disputar a decisão do Mundial de Clubes da Fifa, isso caso passe pelas semifinais marcadas para Nagoya. De cara, o frio foi um dos pontos que mais chamaram a atenção: os corintianos devem pegar temperaturas negativas durante a estadia.

Com uma população que beira os 2,3 milhões de habitantes, o município é considerado um dos mais belos do Japão e fica localizado em Chubu, a maior região metropolitana e capital de Aichi, quarta província mais populosa do país. Uma das marcas registradas de Nagoya é a educação de sua população, que entre outras demonstrações de bons modos utiliza máscaras nas ruas simplesmente para não passar resfriado aos visitantes.

Alternando modernas construções empresariais e templos antigos, Nagoya oferece belas paisagens aos seus turistas. Uma delas é o "templo da morte" Seishuji, erguido após o falecimento de Hirate Maschioi (1493 - 1553), que se matou e foi homenageado com a construção pelo amigo Oda Nobunaga. Outros importantes pontos turísticos são o Castelo de Nagoya e o Santuário xintoísta de Atsuta.

Próxima a Tóquio, a cidade fornece um excelente sistema de transporte urbano que deve ajudar o Corinthians a chegar menos cansado ao Hotel Hilton, onde ficará hospedado. Em Nagoya também se situa um dos maiores pontos marítimos do Japão, especializado em exportação de automóveis. A estação de trem da cidade também é considerada a maior do planeta em termos de superfície de área.

A culinária de Nagoya também não deixa a desejar. Com diversos restaurantes típicos espalhados pelo centro, a cidade fornece aos seus visitantes gastronomia típica japonesa, além de opções coreanas e vietnamitas, as mais vistas pelas redondezas além dos tradicionais sushis e sashimis. Restaurantes brasileiros também são facilmente encontrados, como o Sapucaí, próximo à região de Sakae.

O Corinthians chega a Nagoya durante a noite do próximo dia 6 de dezembro. Antes disso, a equipe passará quase dois dias em Dubai, onde deseja adquirir adaptação mais rápida ao fuso horário nipônico. No Japão, os corintianos terão que adiantar seus relógios em 11 horas, mas a diretoria alvinegra espera não sentir a diferença de fuso graças ao planejamento armado para a delegação. A estreia no Mundial ocorre no dia 12, em Toyota.

Terra