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Sexta, 28 de setembro de 2007, 00h00 "Samba Girls" curtem goleada diante dos EUA |
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Apelidadas de "Samba Girls" no início deste Mundial, as jogadoras da Seleção feminina, após golearem os Estados Unidos por 4 a 0, pelas semifinais da competição, foram bastante elogiadas depois da partida. Em alta, elas aproveitam o momento positivo.
Alguns jornalistas da Nova Zelândia, equipe que também foi goleada pelo Brasil, por 5 a 0, na primeira fase, disseram à época que "É como o samba, elas jogam como se estivessem dançando", gerando a apelido dado ao time verde e amarelo.
Agora, com o Brasil na final, uma rápida analise das manchetes e textos da imprensa que cobre o Mundial aponta que o que mais se repete é o terno. "Samba Style" ("no estilo do samba", em português) é o titulo que a rede de TV que transmite as partidas para os EUA está usando para descrever o quanto o jogo das brasileiras recorda uma dança.
A rede australiana ABC também segue com o termo "Samba Girls", dizendo que as "brasileiras despacham todos no seu ritmo contagiante de gols ao som dos tambores". Para a agência de noticias francesa AFP, as "Samba Girls", foram a surpresa do torneio, conquistando um "exército de fanáticos torcedores com seu estilo atraente de jogar futebol".
Em um dos sites mais importantes da China, o termo é mais audacioso: "Samba Queens dance all over China", ou seja, "Rainhas do Samba dançam por toda a China".
A CNN, em conjunto com a revista Sports Illustrated, escrevera: "Samba Queens building their way to the top", algo como "as Rainhas do Samba seguem construindo seu caminho em direção ao topo". O verbo "dançar", aliás, foi o mais ouvido apos o jogo.
Segundo o treinador norte-americano, Greg Ryan, as brasileiras são "dançarinas com a bola, e sabem fazer os passos mais difíceis". Para a Fifa, "além de jogar bem, jogam bonito. Jogam como se dançassem, e dançando se divertindo"
Para a goleira americana Hope Solo,"as brasileiras são mais calmas ao tocar a bola, parece que estão flutuando, relaxadas com a bola. É um prazer vê-las jogando, como se estivesse vendo dançarinas jogando futebol".
Até a treinadora sueca Marika Domansky-Lyfors, vice campeã mundial de 1995 e que hoje comanda a seleção da China, declarou que, antes da semifinal, "nós fomos totalmente hipnotizados por elas em alguns momentos".
"As brasileiras jogam com uma naturalidade impressionante, dançando com a bola a cada passe, bailando ao chutar e fazendo graça com a bola. São incríveis!"