"Com certeza, estou interessado", afirmou Klinsman na edição de sábado do jornal New York Times.
"Precisei de um tempo para refletir depois da Copa do Mundo. Estive em contato com Sunil (Gulati, presidente da Federação Norte-Americana de Futebol) e tivemos muitas conversas, todas muito positivas", emendou.
"Agora, estou tentando fazer minha lição de casa, conversando com pessoas para descobrir mais a respeito de como as coisas funcionam nos Estados Unidos", contou o ex-atacante.
Klinsmann, que levou a Alemanha à semifinal da Copa do Mundo deste ano, vive atualmente na Califórnia e acredita ser o primeiro candidato da lista da Federação na busca por um substituto para o técnico Bruce Arena, que deixou o cargo em julho, depois de oito anos.
De acordo com o jornal, a Federação conversou sobre a vaga com alguns dos maiores nomes do futebol, incluindo Sven-Goran Eriksson, Luiz Felipe Scolari, Guus Hiddink e Gerard Houllier.
Também acredita-se que dois técnicos da Liga de Futebol Norte-Americana estejam sendo considerados: o canadense Frank Yallop, que treina o Los Angeles Galaxy, e Peter Nowak, do D. C. United.
Depois da campanha emocionante da Alemanha para chegar entre os quatro primeiros jogando a Copa em casa, um exausto Klinsmann negou qualquer interesse em treinar os norte-americanos, apesar de morar no país e parecer perfeito para o cargo.
"Eu simplesmente queria um tempo por razões familiares", afirmou ele. "Eu disse a todo mundo que não conseguiria voltar ao trabalho logo em seguida. Eu precisava voltar à vida normal, levar meus filhos para a escola todo dia", comentou.
"Eu disse que pelo próximo semestre não consideraria nenhum trabalho novo", encerrou.

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