Um comunicado da FBF foi enviado ao Vitória no último dia 7 de abril, destinado ao diretor do clube, Sinval Vieira, após solicitação do dirigente. Dentre outras coisas, o documento informava justamente a impossibilidade da escalação de um atleta em duas partidas fora do intervalo mínimo de 66 horas. O mesmo informativo foi mandado, por fax, para Bahia, no dia 8 de abril.
O Vitória escalou o goleiro Felipe como titular do Ba Vi de juniores, no sábado, dia 10 de abril, e como reserva no clássico de profissionais, dia 11 de abril. As partidas aconteceram num intervalo de 24 horas - 42 horas a menos do que é determinado pela lei. Pela infração do rival às Normas Orgânicas do Futebol Brasileiro, o Bahia solicitou a impugnação do clássico de profissionais, que terminou empatado em 1 a 1 - o primeiro jogo da decisão do Estadual 2004.
"Não poderíamos ficar omissos a estes fatos. O Bahia teria que tomar uma atitude. Está nítido que o Vitória feriu as normas estabelecidas. Tomando ciência dos acontecidos, o Bahia não poderia se fazer de cego. Por isso, entramos na justiça", justificou o presidente do tricolor, Marcelo Guimarães.
Alheio à polêmica, o técnico Oswaldo Alvarez, o Vadão, define esta tarde o time que entra em campo no próximo domingo. O zagueiro Leonardo, que cumpriu suspensão automática, retorna ao time.
- Redação Terra


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