Futebol

 
 

Esportes » Futebol » Futebol

 Portuguesa aguarda reunião do C13 para tomar decisão
02 de março de 2011 13h49 atualizado em 24 de março de 2011 às 13h52

A Portuguesa ainda não decidiu que posição tomar em relação às negociações dos direitos de transmissão do Campeonato Brasileiro para o período entre 2012 e 2014. De acordo com o presidente Manuel da Lupa, o clube quer esperar a reunião do Clube dos 13 em 11 de março para decidir se vai negociar independentemente ou por meio da entidade. Nesta mesma data, serão abertos os envelopes da licitação e anunciada a empresa vencedora.

Até agora, Corinthians, Coritiba, Botafogo, Flamengo, Fluminense, Vasco, Grêmio, Cruzeiro, Santos e Palmeiras avisaram que vão conversar sozinhos com as emissoras de televisão interessadas. Internacional e Vitória anunciarão suas posições nesta quinta-feira, enquanto São Paulo, Atlético-MG, Bahia, Sport, Atlético-PR e Goiás estão fechados com o C13. O Guarani acabou de reeleger o presidente Leonel Martins e ainda não se pronunciou.

Da Lupa afirmou que está ouvindo muita coisa por meio da imprensa, tanto das agremiações que já romperam com o C13, quanto do presidente Fábio Koff e da Rede Globo, mas quer sentar em uma mesa para "lavar roupa suja" e ouvir as pessoas falarem.

"Enquanto o C13 não contar a realidade a todos os associados, também estamos sem saber. Temos que pensar em um todo, como vai ser quando um grande jogar contra um médio, um pequeno, precisamos analisar tudo isso. Tem que saber se realmente estão buscando o melhor valor para o futebol. Ouço que a Globo está fazendo contatos separados, mas será que pode?", indagou o presidente. Segundo o mandatário rubro-verde, a decisão não é apenas dele, pois o Conselho Deliberativo do clube precisa ser consultado.

Os clubes que se afastaram do C13 alegam irregularidades na concorrência formulada pelo diretor executivo Ataíde Gil Guerreiro, ao lado dos presidentes de Botafogo, Santos, Atlético-MG e Bahia. Da Lupa preferiu não comentar o processo, pois não esteve envolvido, mas acredita que toda licitação é democrática.

Com o mesmo argumento, a Rede Globo informou que não vai participar da concorrência, o que desagrada o presidente luso. "Eu acho que a Globo está há muito tempo, já fez uma estrutura interna inteira voltada ao futebol. Ela tem uma condição maior", avaliou.

Gazeta Esportiva