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Órgãos do Comitê de Ética da Fifa se reúnem para discutir 2018 e 2022

20 nov 2014
18h11

Os presidentes dos órgãos de instrução e de decisão do Comitê de Ética da Fifa se reuniram nesta quinta-feira em Zurique para tratar dos recentes eventos sobre os processos de escolha das sedes das Copas do Mundo de 2018 e 2022, que ficaram com Rússia e Catar, respectivamente.

Depois que a Fifa informou na última terça da apresentação à procuradoria federal suíça, em Berna, de uma denúncia por possível comportamento irregular de algumas pessoas em relação aos processos, os órgãos de instrução e de decisão do Comitê deram um passo à frente com a reunião mantida por seus presidentes, Michael J. Garcia e Hans-Joachim Eckert.

"Os dois presidentes concordaram que é de suma importância que o Comitê Executivo da Fifa receba qualquer informação necessária para avaliar as medidas requeridas, baseando-se no trabalho realizado pelo Comitê de Ética da Fifa", diz o comunicado divulgado após o encontro.

"O órgão de instrução fornecerá ao presidente do Comitê de Auditoria e Conformidade cópias íntegras de todos os seus relatórios, com o qual cumprirá com suas obrigações fiduciárias e estatutárias e determinará quanta informação será colocada à disposição do Comitê Executivo", acrescenta a nota.

Após se reunirem, ainda segundo o documento, Garcia e Eckert prometeram tomar todas as medidas necessárias a respeitos. "Os presidentes estão dispostos a oferecer uma resposta às perguntas que o presidente do Comitê de Auditoria e Conformidade e os membros do Comitê Executivo podem ter", destaca o comunicado.

"Por causa dos resultados da investigação, o órgão de instrução abriu formalmente vários casos contra determinadas pessoas. Nesses procedimentos, não interferirá o fato de que tenham sido entregues os relatórios à procuradoria federal suíça nem o pedido feito ao presidente do Comitê de Auditoria e Conformidade", completa.

Os presidentes dos órgãos de instrução e de decisão do Comitê de Ética da Fifa lembraram ainda da importância da função de seus grupos para garantir que "os preceitos éticos e a boa governança prevaleçam" na entidade e que, apesar de terem caráter independente, consideram que "uma boa comunicação é essencial para cumprir as funções".

EFE   
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