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Com Marin ressabiado, Seleção Sub-17 tenta nova geração de ouro | Prata da Casa
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Com Marin ressabiado, Seleção Sub-17 tenta nova geração de ouro

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Kennedy e Robert, promessas do Flu na Seleção Sub-17 (Foto: Reprodução)

POR DASSLER MARQUES

Campeões sul-americanos Sub-15 com sobras há dois anos, os jogadores nascidos em 1996 tentam, a partir desta terça-feira, repetir a dose no Sul-Americano Sub-17. É verdade que alguns nomes diferentes em relação a 2011 estarão em campo, mas o talento de boa parte daqueles campeões fez com que Alexandre Gallo, que estreia oficialmente na Seleção Brasileira diante do Chile em Mendoza, na Argentina, mudasse pouco. Nomes como Matheus Índio (96), Robert (96) e Kenedy (96) seguem como referências, e agora parecem ter companhia ainda melhor.

Titular absoluto da equipe, Gabriel Boschilia (96) teve um 2012 de grandes atuações pelo Guarani, chegou à Seleção Brasileira e acabou negociado com o São Paulo. Já nos primeiros torneios no novo clube, confirmou sua ótima condição técnica, velocidade e poder de decisão. Outro acréscimo significativo em relação ao time que foi campeão do Sul-Americano Sub-15 é Alisson (96), mais conhecido como Alisson Azul. A exemplo de Boschilia, o atacante também trocou de clube e acirrou as relações entre Atlético-PR e Internacional, com o qual assinou o primeiro contrato profissional. Alisson aparentemente disputa posição com Mosquito (96), mas foi destaque na fase de preparação em Cotia. 

Essa alta oferta de qualidade que falta nas gerações 1993, 94 e 95 faz com que na CBF se tenha expectativa elevadíssima em relação ao futuro dos jogadores que disputam o Sul-Americano Sub-17. Entende-se que a possível geração de ouro poderá ser base para o Brasil que disputa os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, dada a dificuldade nos demais anos. Jogadores como Wellington Silva (93), Leandro (93), Ademílson (94), Adryan (94), Victor Andrade (95) e Andrigo (95) não se desenvolveram plenamente nos últimos tempos. A esperança para o torneio olímpico Sub-23 então se volta aos nascidos em 1996, um diagnóstico já realizado por Gallo.

Lamentavelmente, para o futebol brasileiro, os jogadores nascidos em 1992 não são elegíveis para os Jogos do Rio. Esta safra, sim, produziu a maior quantidade de jogadores de alto nível nos últimos 10, 15 anos. Elenca-se: Neymar, Lucas, Bernard, Wellington Nem, Fernando, Phillipe Coutinho e ainda Casemiro, que tenta reerguer a carreira no Real Madrid B. Não é difícil imaginar futuro semelhante para Índio, Robert, Kenedy, Alisson, Boschilia e ainda o ótimo zagueiro são-paulino Lucão (96) e o prodígio Marcos Felipe (96), goleiro inscrito pelo Fluminense na Copa Libertadores. 

Atento à Argentina também estará José Maria Marin. O presidente da CBF ficou resignado pela pior campanha do Brasil na história do Sul-Americano Sub-20 desde a década de 70 e também para as notícias de problemas extracampo na ocasião. Omitiu sua alta parcela pelo fracasso na gestão das seleções de base, mas ofereceu perspectivas com o convite a Alexandre Gallo, de bom início. Gallo, porém, já recebeu um recado de Marin: é título ou título com a Sub-17. Qualquer coisa diferente disso será fracasso para ele. 

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Dassler Marques

Dassler Marques está no Terra desde 2009. Já passou por Trivela, Máquina do Esporte e Folha de S. Paulo, além de contribuir com Bandsports e Placar. Aqui fala mais sobre o mundo do futebol de base.



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