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Real Garcilaso derrota Nacional e faz história na Libertadores

10 mai 2013
00h22
atualizado às 00h33

O Real Garcilaso peruano acrescentou nesta quinta-feira um novo capítulo a sua recente história em torneios internacionais ao derrotar nos pênaltis o Nacional do Uruguai da Taça Libertadores e avançar para as quartas de final de final da competição.

O próximo adversário do time peruano sai do confronto entre Grêmio e Independiente Santa Fé, da Colômbia.

Com apenas quatro anos de fundação, a equipe de Cuzco continua somando páginas a sua história, pois já está entre as oito melhores da Taça Libertadores.

O Real Garcilaso perdeu no tempo regulamentar por 1 a 0, mesmo resultado com o qual venceu a equipe de Montevidéu no jogo de ida, mas nos pênaltis bateu os uruguaios por 4 a 1 em pleno estádio Centenário.

O gol que empatou a série foi marcado por Gonzalo Bueno aos 11 minutos do segundo tempo.

No entanto, a pressão da torcida para fazer o segundo não foi suficiente e os peruanos se mostraram muito compactos no quesito tático.

Na disputa por pênaltis, Ramos, Ferreira, Vildoso e Gamarra marcaram. Mas Recoba e Arismendi chutaram para fora suas cobranças, deixando o caminho aberto para o Real Garcilaso avançar na Libertadores e frustrando a torcida uruguaia presente no Centenário.

- Ficha técnica:

1. Nacional: Jorge Bava; Pablo Álvarez, Adrián Romero, Efraín Cortés, Juan Manuel Díaz; Israel Damonte, Diego Arismendi, Vicente Sánchez (m.74, Renato César), Carlos De Pena; Alexander Medina (Sebastián Abreu) e Gonzalo Bueno (Álvaro Recoba). Treinador: Rodolfo Arruabarrena.

0. Real Garcilaso: Diego Carranza; Joel Herrera, Luis Guadalupe, Ivan Santillán, Rolando Bogado; Yoshiro Salazar (Vildoso), Oscar Gamarra; Edwin Retamozo, Ivan Camarim (Montes); Fabio Ramos e Víctor Ferreira. Treinador: Fredy García.

Gol: 1 a 0, m.56: Gonzalo Bueno.

Árbitro: o paraguaio Carlos Amarilla.

Incidências: Partida de volta das oitavas de final da Taça Libertadores, disputada no Estádio Centenário, de Montevidéu.

Público: 25.000 espectadores.

EFE   

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