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Renúncia de Leoz ocorre na sequência de investigação da Fifa

23 abr 2013
15h04
atualizado às 16h23
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Embora o motivo apresentado para a renúncia de Nicolás Leoz dos cargos na Fifa e presidência da Conmebol seja a fragilidade de seu estado de saúde, a notícia chega na sequência de uma investigação ao dirigente conduzida pela entidade máxima do futebol.

<p>Leoz foi acusado de integrar esquema de corrupção na Fifa</p>
Leoz foi acusado de integrar esquema de corrupção na Fifa
Foto: Getty Images

Segundo notícia publicada em janeiro deste ano pelo site uruguaio urgente24.com , o dirigente paraguaio teria recebido dinheiro para votar a favor da candidatura do Catar para sede da Copa do Mundo de 2022.

Além de Leoz, o argentino Julio Grondona, presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), está sendo investigado pela Fifa. Os dois teriam recebido US$ 20 milhões (R$ 40,3 milhões) cada um em troca de votos para a candidatura do país árabe.

Na ocasião, o Catar conseguiu 14 dos 22 votos possíveis para receber a Copa de 2022. Tal votação foi realizada em outubro de 2010 e teve desdobramentos importantes como trocas de acusações e renúncias de dirigentes.

Em junho de 2011, o presidente da Concacaf, Jack Warner, renunciou após ser investigado por corrupção. Depois ele acusou Leoz, Grondona, o ex-presidente da CBF Ricardo Teixeira e o africano Issa Hayatou, presidente da Confederação Africana de Futebol, de terem recebido propinas do Catar.

Teixeira foi outro que pediu renúncia e acabou sucedido por José Maria Marin na Confederação Brasileira de Futebol (CBF). O esquema de suborno foi arquitetado por Mohammed Bin Hamman, na época presidente da Confederação Asiática de Futebol, e que acabou sendo banido do esporte pela própria Fifa.

Fonte: Lancepress! Lancepress!

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