
Atualizada às 05h11 Campeão da Copa Libertadores da América, da Recopa Sul-Americana e, agora, da Copa Sul-Americana. Com o triunfo sobre o Estudiantes, da Argentina, o time colorado fecha sua galeria dos títulos mais importantes do continente e se firma de vez como um dos times mais vitoriosos do Brasil na América do Sul.
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O Inter subiu ao ponto mais alto do futebol sul-americano em 2006, ao superar o São Paulo na final da Libertadores e conquistar o título do principal torneio do continente pela primeira vez. No mesmo ano, no Japão, o time bateu o Barcelona e faturou o Mundial de Clubes.
Apesar de ter feito uma campanha pífia na luta pelo bicampeonato sul-americano, sendo eliminado logo na fase de grupos, o Inter fez bonito na disputa da Recopa, que reúne os atuais campeões da Libertadores e da Sul-Americana. Contra o Pachuca, do México, o jovem Alexandre Pato, hoje no Milan, fez a diferença.
No elenco que faturou a Libertadores, o Mundial de Clubes e a Recopa, nomes como Fernandão, Alex, Clemer Índio e Edinho fincaram raízes na história do Internacional. Desses, apenas o antigo capitão deixou o clube, sendo que o restante foi importante na conquista da Sul-Americana, somados aos novos companheiros.
Com Lauro, Magrão, Marcão, Guiñazu, Nilmar e D'Alessandro como reforços, o Inter fez uma campanha recheada de empates (contra Grêmio, na fase inicial, e Universidad Católica, do Chile, nas oitavas) até encarar o Boca Juniors. Contra o time argentino, duas vitórias (2 a 0, em Porto Alegre, e 2 a 1, em Buenos Aires) coloradas.
Campeão da Libertadores e do Mundial com Abel Braga, além da Recopa sob o comando de Alexandre Gallo, o Inter, agora guiado por Tite, mediu forças com o Chivas Guadalajara, do México, e fez valer a sua superioridade nas semifinais (2 a 0 fora e 4 a 0 em casa). Na decisão, o Estudiantes bem que tentou, mas não tirou o título inédito para o Brasil do Beira-Rio.
Redação Terra
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EFE
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