
De volta ao Internacional nesta temporada, após entrar para a história do clube com o título da Libertadores da América de 2006, o zagueiro Bolívar pôde comemorar mais um título na noite desta quarta-feira vestindo a camisa colorada. Depois de passagem pelo Monaco, da França, o defensor foi uma das principais peças da equipe comandada por Tite na campanha vitoriosa na Copa Sul-Americana, coroada com a vitória na prorrogação sobre o Estudiantes, no Beira-Rio.
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Satisfeito por selar o seu retorno com mais um importante troféu, também inédito para o clube gaúcho, o jogador que tem atuado na lateral direita admitiu que mantém o sonho de reconquistar a Libertadores e está atento à indefinição sobre as vagas destinadas aos times peruanos, que vivem um momento de crise.
Com isso, Bolívar aguarda com ansiedade o anúncio oficial da Conmebol, que poderia dar ao Internacional uma das vagas após o título da Sul-Americana, o que levaria o clube gaúcho à principal competição do continente no ano em que comemora o centenário de sua fundação.
"Não tem nada confirmando a vaga na Libertadores, mas vamos esperar a decisão e, se não vier, iremos trabalhar no ano que vem para estar de volta", disse o zagueiro, em entrevista ao Sportv, após a partida contra os argentinos.
Bolívar também destacou o poder de superação da equipe colorada para resistir ao desgaste da prorrogação e faturar o título que encerra a temporada de seu retorno ao clube. "O mundo da bola sempre dá voltas. O Inter abriu as portas para mim e eu fui campeão da Libertadores. Fiquei dois anos na França e pude voltar para levar ese título. Hoje, mesmo perdendo a primeira parte da partida, nunca deixamos de acreditar", completou.
Antes de começar a última meia hora de duelo, após o final do tempo regulamentar, Bolívar admitiu que o elenco fez uma espécia de "pacto" no campo do Beira-Rio para buscar o placar. "Antes de começar a prorrogação, nós nos reunimos no centro do gramdo e conversamos. Seria muito ruim não conquistar esse título, com o estádio lotado. Valeu a união do grupo de acreditar até o final", repetiu.
Além da persistência, o zagueiro lembrou da participação decisiva do atacante Nilmar contra os argentinos. Contra uma defesa bem postada, o camisa nove sofreu o pênalti que garantiu a vantagem em La Plata e foi o autor do gol salvador aos 9min do primeiro tempo da prorrogação, no Beira-Rio. "Sua estrela brilhou novamente. Jogando em casa, com a vantagem do empate, e sair perdendo é muito ruim e dificulta bastante. Os times argentinos sabem se fechar muito bem nestas situações", finalizou.
Redação Terra
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Vipcomm/Divulgação
Atuando na direita, Bolívar ajudou o Inter na conquista inédita da Copa Sul-Americana
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