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Presidente do Sport nega propina para levar Leomar à Seleção

19 mar 2013
19h31
atualizado às 21h23

Em depoimento ao auditor do Superior Tribunal de Justiça Desportiva, Miguel Cançado, nesta terça-feira, o presidente do Sport, Luciano Bivar, negou que tenha efetuado qualquer pagamento para que o volante Leomar fosse convocado pela Seleção Brasileira em 2001. Segundo disse o vice jurídico do clube ao portal Superesportes, de Pernambuco, o mandatário apenas reiterou as últimas declarações de que teria contrato um lobista.

"Ele narrou tudo o que já havia falado. Em momento algum, falou em propina para treinador ou quem quer que seja. Ele ratificou que contratou um profissional para levar a imagem de um atleta que estava se destacando no clube", explicou Arnaldo Barros.

Bivar, em entrevista há cerca de duas semanas, revelou o esquema para que Leomar fosse à Copa das Confederações em 2001, chamado pelo técnico Émerson Leão. Barros, no entanto, também optou por não comentar quem foi o lobista contratado pelo clube. "Acredito que ele nem lembre. Isso já faz 12 anos", desconversou.

O inquérito instaurado pelo STJD pretende descobrir se houve corrupção na convocação de Leomar para defender o Brasil. Cançado seguirá apurando o caso por cerca de um mês. Os próximos a serem ouvidos devem ser Leão, técnico da equipe, Antonio Lopes, supervisor da Seleção, e o próprio jogador.

Gazeta Esportiva Gazeta Esportiva
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