Destaque contra EUA, Ramires guarda camisa como recordação

Quinta, 18 de junho de 2009, 20h54
Ramires prometeu guardar camisa como recordação
Ramires prometeu guardar camisa como recordação
18 de junho de 2009
AFP


Allen Chahad
Renato Pazikas

Direto de Pretória




Ramires aparece na zona mista do estádio Loftus Versfeld, em Pretória. Dezenas de jornalistas correm em direção a ele, que se assusta. Tímido, o jogador do Cruzeiro, que vai defender o Benfica na próxima temporada, não está acostumado com tanto assédio.

Mas não é para menos. Ramires teve a chance de substituir o cansado Elano e teve participação marcante na vitória da Seleção Brasileira por 3 a 0 sobre os Estados Unidos, pela segunda rodada da Copa das Confederações.

O meio-campista deu a arrancada que originou o gol de Robinho, o segundo da equipe de Dunga. E deu o passe para Kaká, que serviu Maicon para o terceiro e último gol da segunda vitória brasileira na competição.

"Vou guardar essa camisa, foi um dia muito especial", disse Ramires, sobre a primeira partida como titular da equipe verde e amarela. Ele admitiu ainda um certo nervosismo antes do jogo. "Deu aquele frio na barriga, mas depois que a bola rolou ficou tudo normal".

Os companheiros de Seleção também elogiaram a atuação do cruzeirense. "Ele está de parabéns por como se movimentou e atuou taticamente. É merecida a convocação e ele estar na Seleção", afirmou Kaká.

Mas apesar de estar em alta com Dunga e os jogadores, Ramires mantém os pés no chão para a seqüência da competição. "Não me considero titular, jamais. Venho trabalhando e tenho que estar sempre disposto a ajudar e a dar conta do recado quando entro".

Terra
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Terra - Brasil
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