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O técnico do Palmeiras, Marcelo Vilar, apontou evoluções em sua equipe após o empate em 1 a 1 com o Cruzeiro, obtido no último domingo. O primeiro ponto obtido pelo time quebrou a série de quatro derrotas seguidas no Campeonato Brasileiro, mas ainda assim, a equipe da capital segue na lanterna da competição. "Fiquei satisfeito com a desventura. O Palmeiras já foi um time melhor em termos de mobilidade, conseguiu correr um pouco mais", disse o treinador que ainda comentou a ausência da torcida palmeirense. Pouco mais de 4 mil pagantes foram até o Parque Antarctica para assistir à partida. Com a suspensão imposta pela Federação Paulista de Futebol às organizadas por 120 dias, a Mancha Alviverde não apareceu no estádio, nem mesmo sem os uniformes. Com a ausência da torcida, o jogo foi disputado com um silêncio incomum. "Ainda não foi o Palmeiras que a gente espera. Mas houve evolução. A torcida sempre tem razão, ela sente que o momento está difícil. Quem aqui esteve, apoiou a equipe. Com a melhora física, virá também a melhora técnica", diz. Por outro lado, o técnico criticou a arbitragem de Djalma José Beltrami Teixeira, que deixou de marcar quatro pênaltis (três do Palmeiras e um do Cruzeiro). "Tivemos a certeza de que houve falta (na área) no (atacante) Muñoz e no (lateral-direito) Paulo Baier. Peço ao Edson Resende (presidente da comissão de arbitragem) que não deixe esse tipo de coisa acontecer. Isso vai contra a condição dele de chefe de arbitragem. Foi imperdoável o que aconteceu no Parque Antarctica", afirmou.
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